quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Pois então, vem de lá o Alvoroço: dono da mais bela-arte que é ter as manhas danosas
dum universo bem Alvaresco,
tão bonito e tão notável
e aquilo que habitualmente não se faz.
Só sendo Álvaro.
Conhecesse ele, e Leminski o teria dedicado: todo dano é bendito.
Os seus danos tão bonitos, eu digo;
lê-se nos seus dedos o inaudito.


* Versos da poetiza e grande amiga Thaís Almeida, feitos pra mim. Gratidão é pouco. A gente se sente mais.

4 comentários:

  1. Eu estou aqui há horas olhando, olhando e tentando escrever alguma coisa próxima de "a gente se sente mais". Mas eu não consigo.
    Álvaro é um encanto de todo dia. Sou só suspiros agora.

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  2. bela homenagem.


    abzzz


    felizes os leitorespoetas que conseguem se desviar do entendimento e lêem poesia!

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  3. ter uma poetiza-amiga assim... "quê má que tú qué?" cachaça, samba, viola, marola, gaita, fumo e mulher?
    ora bolas! ;D

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